Ao longo deste período, já são mais de 30 mil bebês nascidos por meio de técnicas de medicina reprodutiva
São Paulo, agosto de 2025 – A Clínica Huntington, pioneira em reprodução assistida no Brasil, completa em 2025 três décadas de atuação e celebra mais de 30 mil bebês nascidos por meio da fertilização in vitro (FIV). O marco reforça o protagonismo da instituição em um cenário em que 15% dos casais em idade reprodutiva enfrentam a infertilidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Fundada em São Paulo, em 1995, pelos médicos Paulo Serafini e Eduardo Motta, a Huntington foi uma das primeiras a trazer protocolos internacionalmente reconhecidos para o país, como o uso de tecnologias de ponta em embriologia, incluindo Time-Lapse e inteligência artificial (IA Maia). Hoje, o grupo soma dez unidades em capitais e cidades estratégicas, como São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e Salvador.
“Nessa jornada de 30 anos, nosso maior compromisso foi unir ciência, equipe e cuidado humano para colocar o paciente no centro de tudo. Participamos ativamente dos principais congressos, produzimos trabalhos científicos por mais de duas décadas e construímos uma equipe sólida, com profissionais que estão conosco há 20 ou 30 anos. A reprodução humana nos ensina que sempre há caminhos e alternativas a serem buscados junto aos casais”, afirma o Dr. Eduardo Motta, que iniciou sua carreira na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e se especializou nos Estados Unidos com o Dr. Paulo Serafini, um dos precursores da FIV no mundo.
A instituição também se destaca pelo trabalho científico contínuo e pela formação de equipes multidisciplinares, mantendo como missão ampliar o acesso a tratamentos de FIV, congelamento de óvulos e atendimentos a diferentes modelos familiares.
Histórias reais mostram o impacto da FIV na vida de milhares de famílias
A história da Huntington é marcada por milhares de trajetórias únicas, e algumas delas ajudam a dimensionar o impacto da clínica na vida de seus pacientes. É o caso de uma paciente diagnosticada com câncer aos 34 anos que, mesmo diante das restrições hormonais impostas pelo tratamento, insistiu em congelar seus óvulos. Anos depois, concluiu o tratamento oncológico e realizou o sonho de ser mãe. “Eu sabia que teria um menino. Quando congelei meus óvulos, mesmo com todos os riscos, minha intuição dizia que daria certo”, contou em um dos relatos à clínica.
Outro exemplo emblemático é o de um casal que enfrentou mais de dez ciclos de tentativas até conseguir engravidar. “Sabíamos que seria difícil, mas tínhamos um plano e um desejo claro: formar nossa família. Hoje temos dois filhos e sabemos que cada esforço valeu a pena”, relatam.
Há ainda histórias de superação de diagnósticos difíceis: uma paciente foi informada por um outro profissional de que não poderia engravidar devido ao tamanho do útero. Anos depois, após passar por tratamento com a equipe da Huntington, ela se tornou mãe e hoje guarda com carinho o primeiro sapatinho do filho, símbolo de uma conquista que parecia impossível.
Sobre a Huntington Medicina Reprodutiva
A Huntington atua há 30 anos como especialista em medicina reprodutiva, sendo nacionalmente reconhecida pela excelência médica, pioneirismo e inovação para ofertar aos pacientes tratamentos com critérios internacionais de qualidade.
Os procedimentos são para tratamento de infertilidade masculina, feminina e do casal divididos em aconselhamento genético, coito programado, congelamento de óvulos, doação de gametas, tratamento de endometriose, espermograma, fertilização in vitro, inseminação intrauterina, oncofertilidade, tecnologia time-lapse e procedimentos para casais homoafetivos.
Atualmente, a Huntington faz parte do Grupo Eugin, referência mundial em reprodução assistida. São mais de 1500 profissionais e 30 clínicas ao redor do mundo, em 9 países.