Como a medicina moderna oferece exames e estratégias de planejamento reprodutivo para ajudar mulheres em fase de indecisão sobre a maternidade;
A idade média da mulher que engravida no Brasil tem aumentado nas últimas décadas, reflexo de mudanças sociais, profissionais e pessoais. Essa tendência, embora natural, traz impactos significativos para a fertilidade feminina, segundo Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e membro da Prime Care Medical Complex, Dra. Yzabel Basilio.
“Com o avanço da idade, a reserva ovariana e a qualidade dos óvulos diminuem, o que pode dificultar a concepção e aumentar os riscos durante a gestação”, explica a Dra. Yzabel.
Além disso, muitas mulheres enfrentam dúvidas sobre a decisão de se tornarem mães. Para essas situações, a medicina reprodutiva oferece exames para avaliar a saúde dos ovários, como a dosagem hormonal e a reserva ovariana, além de técnicas como o congelamento de óvulos para planejamento futuro.
“Essas ferramentas permitem que as mulheres tomem decisões informadas e com maior segurança, preservando suas opções reprodutivas”, destaca a especialista.
A especialista também reforça a importância dos cuidados com o estilo de vida para a fertilidade. “Sono adequado, alimentação equilibrada, atividade física regular e controle do estresse são fundamentais para preparar o organismo para uma gravidez saudável.”
Outro ponto essencial é a consulta pré-concepcional, que ajuda a identificar fatores de risco e preparar o corpo da mulher para a gravidez, especialmente quando a maternidade é planejada para idades mais avançadas. “Esse acompanhamento aumenta as chances de uma gestação segura e reduz complicações”, finaliza.