Equipe da Origen BH apresenta trabalho sobre novidades no tratamento de fertilização in vitro no 26º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida

Evento ocorre de 31 de agosto a 3 de setembro em São Paulo e reunirá maiores médicos especialistas em medicina reprodutiva

A clínica Origen BH, com mais de 20 anos de atuação na medicina reprodutiva, participará do 26º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida, que será realizado de 31 de agosto a 3 de setembro, em formato presencial, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo com o trabalho científico intitulado “IVF add-ons: what do SisEmbrio-registered clinics say about it?“.

O trabalho retrata os Add-nos que são tratamentos adicionais opcionais ou complementares, que podem ser adicionados à fertilização in vitro, como biópsia embrionária (PGT-A), testes genéticos, avaliação de fragmentação do DNA do espermatozoide, teste de receptividade endometrial (ERA), entre outros.

Segundo o Human Fertilization and Embryology Authority (HFEA), órgão britânico que regula os tratamentos de reprodução assistida, há uma ampla gama de add-ons disponíveis, incluindo testes, medicamentos, equipamentos, terapias holísticas ou alternativas e intervenções cirúrgicas.

Os add-ons representam uma esperança de inovação científica que resultaria em melhores chances de gravidez, mas que deve ser feita  baseada em evidências científicas, com transparência e responsabilidade”, diz a médica ginecologista Márcia Mendonça Carneiro, professora associada do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), integrante da equipe da clínica Origen BH que estará no congresso.

Busca de informações pela internet – Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo usam recursos online para obter informações sobre sua saúde. A infertilidade afeta cerca de 10% dos casais que estão cada vez mais recorrendo à internet e  às mídias sociais para se informar sobre o tema assim como buscar apoio. Em alguns sites de clínicas de reprodução assistida (RA) em países como o Reino Unido e os EUA, os  add-ons são apresentados como meio de melhorar as taxas de sucesso da fertilização in vitro.

“No entanto, a contribuição real dessas intervenções para as taxas de sucesso da fertilização in vitro permanece inconclusiva. Atualmente, pouco se sabe sobre o tipo e a qualidade das informações fornecidas nos sites das clínicas brasileiras de reprodução assistida (RA) sobre os méritos dos add-nos. Por isso a relevância de tratarmos o tema num evento de tanta importância como Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida para nosso segmento de atuação”, enfatiza o médico Marcos Sampaio, um dos fundadores da Origen.

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